Felipe Andreoli apresenta “Que história é essa?” nesta sexta-feira, 3, na Urca
Não é um stand-up, é um pedaço da minha vida. É assim que Felipe Andreoli define seu show - Que história é essa?
No espetáculo ele conta suas aventuras profissionais, fatos marcantes de sua infância e adolescência, tudo com o humor e leveza. Além disso o público é convidado para uma viagem ao redor do mundo com as fotos registradas por Felipe em suas viagens pelo planeta.
Felipe Andreoli sempre foi um apaixonado por televisão. Seu primeiro trabalho, aos 19 anos, já trouxe um desafio na frente das câmeras: fazer um bate-papo descontraído com jovens evangélicos. Ele tirou de letra. Dos Bispos aos jovens, todos gostavam do quadro Se liga jovem! Sucesso no programa Em Busca do Amor.
Felipe seguiu trilhando sua carreira televisiva com uma marca: a irreverência. Fazendo matérias de comportamento alternativas e fora da mesmice da TV brasileira ele ganhou destaque.
Trabalhou na Record, Cultura e Band, sempre se destacando com suas reportagens que traziam o outro lado da história. Na TV Cultura foi vídeo repórter, um dos primeiros do Brasil, e depois passando para repórter e apresentador na emissora paulista. Contratado pela TV Bandeirantes fez matérias internacionais de destaque, como a entrevista com o Mr.Bean (o ator Rowan Atkinson), a cobertura do Miss Universo, e teve grandes conversas com os boleiros do Brasil espalhados pelo mundo. Após um ano na Band, foi convidado para atuar no CQC Custe o que Custar onde está desde março de 2008.
Biografia
Numa família cheia de médicos nascia eu, Luiz Felipe Guimarães Andreoli, filho da Edy e do Luiz, o único que contrariou os Andreoli e foi ser jornalista (é tudo culpa dele...). Quando eu vim ao mundo, tive que vir à força, de fórceps (um instrumento que o obstetra usa caso o bichinho seja preguiçoso e queira ficar lá no útero), e uma tia minha que nunca mais me viu depois daquele dia, ao ver aquele Conehead saindo da barriga de mamãe sentenciou: - Tadinho, nasceu com problema. Até que ela tinha razão, o formato da cabeça ficou normal, mas o resto...
Desde pequeno a paixão pelo futebol, pelo esporte. Menino quietinho, não dava muito trabalho. Tímido, bem tímido, só ficava chato, muito chato quando tinha uma disputa na parada. Viciado em videogame virava as noites com meu irmão e primos. Nessas madrugadas criávamos vídeos amadores que seriam sucesso no youtube, mas eles sempre eram os atores e mentores das películas, eu me contentava em ser um bom coadjuvante.
Paixão mesmo era ir à Globo com meu pai, que trabalhou lá na década de 80. Eu era fã da Simony...rs, e morri de vergonha quando ele me apresentou aquela "grande" estrela (na época do Balão Mágico era mesmo...). Adorava ver meu pai apresentando Globo Esporte, aquela tensão antes do jornal ir ao ar, as máquina de escrever fazendo barulho sem parar...já imaginava meu futuro. Não deu outra...
Continuava vivendo dentro das emissoras junto com ele, e na TV Bandeirantes me lembro das intermináveis 12 horas de show do esporte - eu adorava, sabia tudo - cheguei a soprar alguns resultados do brasileirão enquanto ele estava no ar, ao vivo, eu tinha uns 13 anos. Adorava comer comida da Ofélia antes do Esporte Total e ver tudo o que acontecia nos bastidores de uma grande emissora.
A faculdade veio só para pegar o diploma e seguir em busca daquilo que eu queria desde os 6 anos, trabalhar na TV. Quando criança o desejo era ser famoso, hoje é simplesmente fazer o que eu amo. Comecei cedo, com 19 anos o primeiro emprego na TV Record, como auxiliar de produção, no programa Em Busca do Amor, que fazia parte da programação religiosa do canal. Foi uma grande experiência...fiz de tudo: edição, switcher, produção de externa, legendava clipes românticos em português...só não apresentava...isso era com o "Bispo". Mas chegou a primeira experiência neste mesmo programa. Eles me deram um quadro que se chamava "Se liga jovem", era um bate papo com adolescentes, e temas como virgindade, ficar, traição...essas coisas. Eu tinha 19, 20 anos e foi um barato. Depois eu sai dali para trabalhar na Rede Gospel. Foram 8 meses trabalhando ao lado do meu pai, Luiz Andreoli e Roberto Thomé, outro grande nome do jornalismo, especialista em esportes. Ali comecei a viver o que sonhava. Entrevista com artistas, da bola e do palco e com a liberdade de fazer matérias diferentes, irreverentes, que sempre acompanharam minha carreira.
Dali, com 21 anos fui para a TV Cultura. Foram quase 5 anos de aprendizado e crescimento. Transitei por todas as áreas do jornalismo, desde o hard-news, passando pela cultura, e claro, sempre perto do esporte. Cobrir o dia-a-dia dos clubes, acompanhar finais de campeonato de perto era uma alegria. Lá também tive o prazer de apresentar um jornal diário, o Cultura Meio-dia. Foi lá também que fiz a primeira viagem internacional. O Equador foi o destino. E na Cultura aprendi uma função que é e ainda vai ser fundamental pra muitos jornalistas, e que sem dúvida ajudou a formar meu estilo de reportagem. A videorreportagem (escreve assim mesmo!), um formato do futuro e para o futuro.
A transferência para a Band foi como uma volta no tempo, 14 anos depois eu voltava ao mesmo local em que meu pai trabalhou tanto tempo. Fiquei pouco mais de um ano no esporte da emissora dos esportes...Cobri o Pan do Rio, fui à Alemanha entrevistar os craques brasileiros, viajei pelo Brasil, conheci uma monte de estádio, um monte de gente! Até o Mr. Bean eu conheci...e entreguei a camisa de um grande clube do Brasil: o Capivariano! Fui ao México e vi de perto o Miss Universo. Pé-quente, quase que a brasileira ganhou, ficou em segundo. Foi divertido. Depois desse ano movimentado fui convidado para fazer o CQC - Custe o que Custar, onde estou desde março de 2008.
A faculdade veio só para pegar o diploma e seguir em busca daquilo que eu queria desde os 6 anos, trabalhar na TV. Quando criança o desejo era ser famoso, hoje é simplesmente fazer o que eu amo. Comecei cedo, com 19 anos o primeiro emprego na TV Record, como auxiliar de produção, no programa Em Busca do Amor, que fazia parte da programação religiosa do canal. Foi uma grande experiência...fiz de tudo: edição, switcher, produção de externa, legendava clipes românticos em português...só não apresentava...isso era com o "Bispo". Mas chegou a primeira experiência neste mesmo programa. Eles me deram um quadro que se chamava "Se liga jovem", era um bate papo com adolescentes, e temas como virgindade, ficar, traição...essas coisas. Eu tinha 19, 20 anos e foi um barato. Depois eu sai dali para trabalhar na Rede Gospel. Foram 8 meses trabalhando ao lado do meu pai, Luiz Andreoli e Roberto Thomé, outro grande nome do jornalismo, especialista em esportes. Ali comecei a viver o que sonhava. Entrevista com artistas, da bola e do palco e com a liberdade de fazer matérias diferentes, irreverentes, que sempre acompanharam minha carreira.
Dali, com 21 anos fui para a TV Cultura. Foram quase 5 anos de aprendizado e crescimento. Transitei por todas as áreas do jornalismo, desde o hard-news, passando pela cultura, e claro, sempre perto do esporte. Cobrir o dia-a-dia dos clubes, acompanhar finais de campeonato de perto era uma alegria. Lá também tive o prazer de apresentar um jornal diário, o Cultura Meio-dia. Foi lá também que fiz a primeira viagem internacional. O Equador foi o destino. E na Cultura aprendi uma função que é e ainda vai ser fundamental pra muitos jornalistas, e que sem dúvida ajudou a formar meu estilo de reportagem. A videorreportagem (escreve assim mesmo!), um formato do futuro e para o futuro.
A transferência para a Band foi como uma volta no tempo, 14 anos depois eu voltava ao mesmo local em que meu pai trabalhou tanto tempo. Fiquei pouco mais de um ano no esporte da emissora dos esportes...Cobri o Pan do Rio, fui à Alemanha entrevistar os craques brasileiros, viajei pelo Brasil, conheci uma monte de estádio, um monte de gente! Até o Mr. Bean eu conheci...e entreguei a camisa de um grande clube do Brasil: o Capivariano! Fui ao México e vi de perto o Miss Universo. Pé-quente, quase que a brasileira ganhou, ficou em segundo. Foi divertido. Depois desse ano movimentado fui convidado para fazer o CQC - Custe o que Custar, onde estou desde março de 2008.
Fonte: Grupo Grafix
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