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#CasoRafinha: Emílio Surita defende Rafinha Bastos por piada sobre estupro e dispara: "Achou uma droga sai do show"


Rafinha Bastos está sendo intimado a depor em inquérito que o investiga por suposta incitação e apologia ao estupro.

Emílio Surita
O apresentador do “CQC” e “A Liga” não está sozinho, pois Emílio Surita, apresentador e radialista do “Pânico na TV”, saiu em defesa do colega de profissão.

Durante a realização de um show de stand-up, Bastos disse que "toda mulher estuprada é feia e que o estuprador devia ganhar um abraço". A declaração foi reproduzida na revista Rolling Stone. O Ministério Público de São Paulo pediu abertura de inquérito policial contra Bastos.

Emílio Surita fez algumas declarações ao portal F5, da Folha. "Isso é um absurdo, o cara está tendo de se defender por ter feito uma piada".

"As pessoas podem dizer que gostaram ou não da piada, podem achar uma droga e sair do show. Mas daí a processar o cara por causa de uma piada? Onde isso vai chegar?", afirmou com tom de indignação.

Surita, nega que sua defesa seja "corporativa", pelo fato de seu programa também trabalhar com humor politicamente incorreto.

(RD1 Audiência)

#CasoRafinha: Rafinha Bastos depõe em delegacia de São Paulo


O comediante Rafinha Bastos prestou depoimento à polícia na tarde desta segunda-feira. Ele passou a ser investigado por apologia ao crime após, durante apresentação num teatro, fazer piadas sobre estupro.

“Eu vim explicar o que aconteceu. É uma piada. A imprensa colocou como se fosse um depoimento, uma declaração e, na verdade, isso foi feito num ambiente teatral, no palco. Eu nunca dei um depoimento em um palanque para falar que eu era a favor da violência contra a mulher”, disse à Folha.

Segundo a delegada-assistente do 14 DP (Pinheiros) Cristiane Castilho, o inquérito está sob segredo de Justiça. Por esse motivo, a Folha não teve acesso ao relato de Rafinha. A investigação fo iniciada a pedido do Ministério Público, que recebeu queixas a respeito das piadas.

“É um absurdo achar que a minha opinião pessoal é que eu quero que as mulheres sejam estupradas. Quando as pessoas souberem que não é isso, vão entender. Acho uma discussão importante e válida. Mas todos tem que entender que eu sou comediante”

(Folha Online)

#CasoRafinha: Rafinha Bastos diz que piada sobre estupro era encenação


De acordo com a coluna Zapping, do jornal Agora São Paulo, o apresentador do CQC Rafinha Bastos prestou depoimento à polícia na tarde da última segunda-feira. O comediante disse que a imprensa divulgou sua piada como uma declaração, mas que sua fala era uma encenação teatral, feita em palco.


Ele passou a ser investigado após fazer piadas sobre estupro durante uma apresentação em teatro. A delegada-assistente do 14º DP (Pinheiros), Cristiane Castilho, informou que o inquérito está sob segredo de Justiça.

(Terra)

#CasoRafinha: Rafinha Bastos falta a depoimento sobre acusação de apologia


Marcado para esta sexta-feira (5), o depoimento do humorista Rafinha Bastos, integrante do programa ‘CQC’, da TV Bandeirantes, foi adiado para a semana que vem.

Segundo o delegado Ricardo Cestari, titular do 14º Distrito Policial (Pinheiros), a advogada do artista ligou cancelando a intimação, alegando outros compromissos.

Rafinha Bastos alegou outros compromissos
Rafinha Bastos alegou outros compromissos
O ator é suspeito pelos crimes de incitação e apologia ao crime. Em forma de piada, ele supostamente teria elogiado estupradores que violentam mulheres “feias”. O pedido de investigação partiu do Ministério Público (MP).

A promotora de Justiça Valéria Diez Scarance Fernandes, coordenadora do Núcleo de Combate à Violência Doméstica e Familiar da Capital, encaminhou no dia 7 de julho um ofício ao delegado diretor do Departamento de Polícia Judiciária de Capital (Decap), Carlos José Paschoal de Toledo, requisitando abertura de inquérito policial contra o humorista.

As supostas infrações de Rafinha foram registradas em apresentações no Clube de Comédia e em entrevista publicada na revista Rolling Stone, na edição de maio/2011.

No ofício, a promotora destaca que o humorista comparou publicamente o estupro a “uma oportunidade” para determinadas mulheres. Ele ainda teria dito que o estuprador é digno de “um abraço”.

“O estupro é um crime. O estuprador é um criminoso que deve ser punido e não publicamente incentivado”, assinalou a promotora. “Dessa forma, imperiosa a instauração de inquérito policial para a apuração dos fatos”, afirmou.

O humorista disse que confirmou as informações da polícia. Ele também lembrou que foi tema de uma reportagem do jornal norte-americano New York Times e questionou se esse assunto não interessaria mais do que o caso policial. Logo após, desligou a chamada.

#CasoRafinha: Rafinha Bastos é intimado a depor


O humorista do programa "CQC" foi intimado a depor no dia 5 de agosto na 14º Distrito Policial de São Paulo, em Pinheiros. O inquérito está apurando os crimes de incitação e apologia ao estupro, ambos puníveis com prisão de seis meses a um ano.

Tudo isso por causa de uma declaração infeliz que Rafinha fez durante uma entrevista para "Rolling Stone Brasil" de maio, o humorista declarou que a mulher vítima de estupro é feia e que quem cometeu o ato merecia um abraço.

Na próxima quarta-feira, o responsável pela publicação também deverá prestar esclarecimentos ao delegado Manoel Adamuz Neto, segundo informou a coluna "Zaping" da "Folha de S. Paulo".

De acordo com o site "Comunique-se", Rafinha se defendeu: "Se os comediantes tiverem que responder por toda piada que fazem, não vão ter tempo pra mais nada na vida."

(SRZD)

#CasoRafinha: "Espero continuar tendo liberdade pra dizer o que eu quero"


Acusado de fazer apologia ao estupro pelo Ministério Público de São Paulo, humorista Rafinha Bastos tentou se defender do processo que está sendo movido contra ele por conta de uma piada. “Descontextualizada, qualquer piada perde a graça e vira agressão”, disse ao jornal “O Estado de S. Paulo”. O “CQC” aproveitou para reclamar da repercussão do caso na imprensa. “O absurdo desta história é a exploração que a mídia está fazendo em cima do assunto e ainda mais absurdo é eu vir a público explicar uma piada”, desabafou.

Bastos disse ainda que estava no exercício do seu trabalho quando disse que mulher feia deveria agradecer quem quisesse estuprá-la. “Eu sou comediante. Comediante faz piada. É simples assim. Nunca subi num palanque. Tudo foi dito no palco, um ambiente que por si só já carrega uma desconstrução”, explicou.

O humorista aconselhou aqueles que se sentem ofendidos com suas brincadeiras que não sigam seu trabalho. “Não goste do que eu digo, não me siga, me odeie, mas não me impeça de falar, de brincar”, afirmou. O ator pediu que lhe tirem o direito de ser livre no palco. “Espero continuar tendo liberdade pra dizer o que eu quero, por mais absurdo (e engraçado) que isto seja”, desabafou.

(Adaptado do Portal MSN)

#CasoRafinha: "Faço o meu trabalho", diz Rafinha Bastos


Alvo de um pedido de abertura de inquérito policial do Ministério Público de SP por suposta apologia e incitação ao estupro, Rafinha Bastos, do “CQC”, disse à coluna que não pensa nada sobre a investigação.

“Faço o meu trabalho”, afirmou. Em suas apresentações no Clube da Comédia e em uma entrevista à revista “Rolling Stone”, o humorista disse que a mulher vítima de estupro é feia e que quem cometeu o ato era merecedor de um abraço.

A reportagem apurou que o caso será enviado à 3ª Delegacia Seccional de SP na segunda.

Se for condenado, Rafinha Bastos pode pegar de três a seis meses de prisão por incitar estupro e pelo mesmo período por apologia ao crime.

(Midiacon News)

#CasoRafinha: MP-SP acusa humorista do 'CQC' de fazer apologia ao estupro


O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pediu nesta quinta-feira a abertura de um inquérito policial contra o humorista Rafinha Bastos, do programa CQC, acusado de incitação e apologia ao crime após supostas afirmações polêmicas durante seu espetáculo. Segundo o MP-SP, Rafinha disse, em apresentações no Clube da Comédia e em entrevista publicada na revista Rolling Stone, que o estupro é "uma oportunidade" para determinadas mulheres, sendo o estuprador alguém digno de "um abraço".

No ofício encaminhado ao delegado Carlos José Paschoal de Toledo, diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap), a promotora de Justiça Valéria Diez Scarance Fernandes, coordenadora do Núcleo de Combate à Violência Doméstica e Familiar da Capital, disse ser "imperiosa a instauração de inquérito policial para a apuração dos fatos" envolvendo as declarações do humorista. "O estupro é um crime. O estuprador é um criminoso que deve ser punido e não publicamente incentivado", diz a promotora.

A requisição de instauração de inquérito é resultado de representação feita à Promotoria de Justiça pela coordenadora do Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, Thais Helena Costa Nader.

O Terra entrou em contato com a produção dos shows de Rafinha Bastos, mas até as 17h20 a assessoria do humorista não havia dado retorno.

(Terra)

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